Sobre como vemos o mundo

Oi galeres, tudo bom? Sem resenha hoje, vim pra bater um papo com “mecês”.
Já faz um tempinho que eu comecei a me indagar sobre a mente humana e, como já dizia meu pai, cada ser humano é um universo e isso faz sentido pra muitas pessoas, mas eu parei pra analisar isso um pouco mais a fundo.

(Alerta de fumação de banana aqui, porque talvez isso apenas não faça sentido pra você, caro leitor)

E se damos nomes iguais pra coisas diferentes? E se a raiva que você sente é diferente da minha?
Pensa comigo: quando você era apenas uma criança e começou a chorar porque alguém brigou com você, te ensinaram a dar o nome de “tristeza” a isso. Quando outra criança tomou um brinquedo da sua mão, você aprendeu que o nome disso era “raiva”. Será que sentimos na mesma intensidade? Será que nós não estamos usando um nome muito padrão para algo que não é tão padrão assim? Muitas vezes me pego sentindo “algo” que nem sei dizer o que é… isso faz sentido pra mim.

Depois de muito pensar, cheguei a uma constatação: cada ser humano está sozinho em seu mundo de percepções. Isso parece muito triste pra você? Estranhamente, pra mim não é.
Pra não ficar me achando estranha, decidi tentar entender o motivo pelo qual não acho isso triste, e acabei percebendo que o motivo é simples: a arte.
Sim, meine Freund, a arte, porque através dela as pessoas tentam traduzir e compartilhar suas percepções. Isso significa que se todos pudessem facilmente compartilhar seus universos particulares, ou todos fossem iguais de mente, não haveria tanta criatividade advinda de um esforço enorme pra se fazer entender pelos outros.

Então, colegas de planeta, o que vocês pensam sobre isso? Podem comentar se sentirem vontade, eu ficaria feliz em ler suas percepções sobre esse assunto.